quarta-feira, 31 de maio de 2017

Câmara de Coelho Neto (MA) aprova PL que altera simbolo municipal com as cores do PT

Foto: Arquivo


Em sua obra, “O Exercício da Cidadania”, o escritor Henrique Maximiliano Coelho Neto fala de ética, moral, pátria e cidadania.

Prefeito Américo de Sousa (PT)
Talvez por reconhecimento à sua capacidade de interagir entre o mundo do pensamento e o mundo real para expressar seus conceitos pessoais sobre temas polêmicos ou relegados ao baú do esquecimento, os desbravadores desta terra resolveram batizá-la com o seu sobrenome.

No seu teimoso zelo, Coelho Neto escreveu que “não há religião sem Deus nem Pátria sem Bandeira”. E prossegue em seus escritos: (...) Que é uma Bandeira? É um pano e uma Nação, como a cruz é um madeiro e toda uma fé.

Assim como na bíblia vive e perpetua-se a tradição cristã, é na história que a Pátria se concentra e resguarda.

Foi durante a gestão do prefeito Benedito Florêncio Duarte que a secretaria de educação mobilizou alunos para comporem os símbolos municipais, exceto o hino, vez que já composto pelo então professor de Educação Moral e Cívica, José Sampaio Oliveira.

Bandeira de Coelho Neto conforme Ivanildo Azevedo

Dentre tantas composições, venceu merecidamente a do aluno de 5ª série, Ivanildo Azevedo da Silva.

Mais ou menos quatro décadas depois, numa demonstração de indiferença ou desamor, o atual prefeito Américo de Sousa (PT), com uma canetada só, enxerta de barbarismo a história deste até então imaculado símbolo municipal. E, o que é pior: com a conivência dos vereadores.

Bandeira modificada pela Lei 683

Qual significado eles dariam para as cores vermelho e preto numa bandeira que era verde, azul e branco?

A Lei 683/2017, que altera as cores do pavilhão coelhonetense, é de um abuso abominável!

É abuso porque satisfaz apenas as pretensões do prefeito de pintar os prédios públicos com as cores do seu partido, o PT.

A atitude do prefeito é típica de um ditador. Além de desleixada e pretensiosa, não respeitou – por isso mesmo não pediu – a opinião de alunos, educadores, historiadores e intelectuais.



Não se mexe com o patriotismo de um povo dessa maneira!

O nosso Henrique Maximiliano Coelho Neto, cujo nome enche de orgulho a nossa gente, refletiu: “O amor da casa, sentimento limitado pelos muros de uma residência, ampliar-se-á no amor à pátria como a luz, subindo, alarga e estende a sua claridade.

O que o se pode mais esperar de uma ditadura comunista?


Não se surpreenda o povo, acaso o aloprado prefeito e os seus subordinados edis façam nova lei tornando um jingle do Lula ou do PT o hino de Coelho Neto.

Seria bonito vê-los vestidos nessa bandeira que acabaram de criar e cantando: " a hora é agora..."

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