segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

MA: Soliney Silva entre o improvável e o folclórico: os rumores eleitorais em Coelho Neto


Comentário recorrente nas rodas políticas da cidade ironiza possível candidatura e expõe o atual cenário de forças locais



Nos bastidores da política de Coelho Neto, uma frase tem circulado com insistência e certo sarcasmo: “É mais fácil Jair Bolsonaro ganhar de Lula em Coelho Neto do que Soliney Silva sair candidato.” A comparação, carregada de ironia, resume o ceticismo de parte significativa do meio político quanto à possibilidade de uma nova candidatura do ex-gestor.


Embora o nome de Soliney Silva continue sendo mencionado em blogs e redes sociais, analistas locais avaliam que a movimentação tem mais caráter especulativo do que prático. Isso porque, segundo decisões já publicadas por órgãos de controle, o ex-prefeito acumula condenações no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Tribunal de Contas do Estado (TCE), fatores que, em tese, comprometem qualquer pretensão eleitoral.


Outro ponto frequentemente citado por observadores é o apoio recebido por Soliney em veículos classificados por críticos como parte da chamada “mídia marrom”, marcada por abordagens sensacionalistas e conteúdo opinativo. Para esses analistas, a estratégia teria como objetivo manter o nome em evidência e gerar confusão no debate público, ainda que sem lastro político concreto.

Enquanto isso, o protagonismo político no município parece ter mudado de endereço. Bruno Silva, atual prefeito e filho de Soliney, é apontado por aliados e adversários como um fenômeno eleitoral regional, tendo alcançado níveis de popularidade que superam, com folga, os do próprio pai em seus últimos anos de atuação política. A gestão municipal e a presença constante no debate local consolidaram Bruno como a principal liderança do grupo político que governa a cidade.

Diante desse cenário, a possível candidatura de Soliney Silva segue mais no campo da retórica do que da realidade. Para muitos, trata-se de um personagem que já cumpriu seu ciclo político, enquanto Coelho Neto observa uma nova configuração de forças — menos baseada em lembranças do passado e mais ancorada na dinâmica do presente.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

MA: Projeto de lei sobre previdência municipal gera questionamentos em Duque Bacelar



Outro golpe? Proposta reacende dúvidas sobre a transparência da gestão municipal no repasse das contribuições dos servidores.



Um novo projeto de lei encaminhado pelo prefeito de Duque Bacelar, Flávio Furtado (PDT), à Câmara Municipal, em regime de urgência, tem gerado preocupação e críticas entre servidores da educação e representantes ligados ao Fundo de Previdência do Município (Fapeduq).


De acordo com relato encaminhado à reportagem por um professor da rede municipal, que preferiu não se identificar, a proposta revoga uma lei aprovada em setembro de 2025 que tratava do parcelamento e reparcelamento de débitos patronais da Prefeitura junto ao fundo previdenciário. A legislação anterior autorizava apenas o parcelamento das contribuições de responsabilidade do município, chamadas de débitos patronais.


Segundo o professor, o novo projeto amplia o alcance do parcelamento ao incluir também valores referentes às contribuições dos servidores segurados, que são descontadas diretamente dos salários. Ainda conforme o relato, esses recursos não teriam sido integralmente repassados ao Fapeduq, o que, caso confirmado, representaria uma irregularidade administrativa.


O professor também afirma que, durante a tramitação da lei anterior, o prefeito Flávio Furtado teria declarado na tribuna da Câmara Municipal que os repasses das contribuições dos servidores estavam sendo realizados regularmente. Para o denunciante, a inclusão desses débitos no novo projeto colocaria em dúvida essa informação e poderia agravar a situação financeira do fundo previdenciário, que já enfrenta dificuldades para cumprir suas obrigações com os segurados.


Outro ponto destacado é o prazo do parcelamento, que, segundo o relato, pode chegar a até 300 meses, o equivalente a 25 anos, aumentando o impacto da dívida ao longo do tempo e os riscos para a sustentabilidade do instituto de previdência municipal.


Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Duque Bacelar não havia se manifestado oficialmente sobre o conteúdo do projeto, nem sobre as alegações apresentadas pelo professor. A Câmara Municipal também ainda não divulgou o calendário de votação 

da proposta.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

MA: O SAMBA DO CRIOULO DOIDO DA OPOSIÇÃO DE COELHO NETO


O cenário político de Coelho Neto tem sido marcado por um contraste cada vez mais evidente: de um lado, a consolidação da hegemonia do prefeito Bruno Silva; do outro, uma oposição desarticulada, que protagoniza o que muitos já classificam como uma verdadeira “dança do crioulo doido”.



Mesmo sem ser pré-candidato a qualquer cargo eletivo, Bruno Silva segue ocupando o centro do tabuleiro político local. A oposição, em vez de construir um projeto próprio ou apresentar nomes com densidade eleitoral, age como se o prefeito estivesse novamente na disputa, gastando energia em conjecturas, suposições e ataques baseados mais na imaginação do que na realidade.


Formado por um pequeno grupo sem histórico político consistente em Coelho Neto e sem afinidade comprovada com a população, o campo opositor parece movido apenas por interesses imediatos. Segundo informações que circulam nos bastidores, esse mesmo grupo já teria negociado apoio com pré-candidatos a deputado e senador cujo foco exclusivo dos "pipiras" é a reeleição. Desta forma, o grupinho mantido a "pão e água" pelo clã " Furtando Duque Bacelar", trata o povo de Coelho Neto como simples moeda de troca — especialmente aqueles eleitores menos atentos ao jogo político.


Enquanto isso, Bruno Silva observa à distância. O prefeito tem deixado a oposição literalmente tonta, que, desnorteada, tenta adivinhar quem será o nome apoiado por ele na sucessão municipal 2028. Ou, seja: com relação o pleito deste ano, os votos da oposição já estão vendidos. Sem pistas concretas sobre o que vem pra 2028, o grupo opositor atua no improviso, alimentando boatos e criando cenários fictícios, numa tentativa frustrada de se manter relevante no debate público.


Na prática, o prefeito segue focado na eleição deste ano, trabalhando silenciosamente na construção de uma base sólida para seus candidatos. A estratégia é clara: preparar o terreno para mais uma expressiva vitória nas urnas, ampliando a vantagem sobre uma oposição fragilizada, sem discurso, sem projeto e sem conexão real com os coelhonetenses. E, até aqui, os fatos indicam que Bruno Silva continua ditando o ritmo, enquanto a oposição corre atrás da própria sombra. Hilário, né?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

MA: Quem saiu da oposição virou inimigo: o caso Carlos Rodrigues em Coelho Neto


Dependesse da oposição de Coelho Neto, a cidade já estaria anunciada em placa de “vende-se”. 



E a corretora do negócio teria nome e sobrenome: Família Furtado. A ideia parece simples, quase didática: se Duque Bacelar foi “vendida” ao banco e ficou eternizada no buraco administrativo, por que não repetir a façanha com Coelho Neto? Para alguns, cidade boa é cidade hipotecada.


O problema é que Coelho Neto não é curral, nem extensão da famosa fazenda da Ana Maria. E muito menos ração para engordar gado político. A tentativa de transformar o município em propriedade privada já começa mal: deputados que mal sabem apontar Coelho Neto no mapa agora querem decidir o futuro de quem vive aqui. Convenhamos, nem o GPS ajuda tanto.


Cláudio Furtado, por exemplo, já não mora na cidade — aliás, dizem que nunca morou. Já o genro, Samuel Aragão, é figura conhecida, mas não exatamente pela presença no município. Costuma ser visto mais em praias, viagens e festas com paredão do que nos problemas reais da população. Quando o sogro aperta, aí sim surge um vídeo, geralmente recheado de versões alternativas da realidade, uma técnica importada diretamente das bandas da Ana Maria.


E assim segue a cartilha: quem não está com eles vira alvo. Não tem meio-termo, não tem diálogo, não tem maturidade política. A regra é simples, quase infantil.


A bola da vez atende pelo nome de Carlos Rodrigues. O “crime” cometido por ele foi imperdoável aos olhos da oposição: abriu os olhos! Viu a realidade, avaliou o cenário e decidiu caminhar ao lado do prefeito Bruno Silva. Pronto. Bastou isso para virar inimigo público número um.


Os mesmos que ontem chamavam Carlos de amigo, guerreiro e homem de coragem agora passam o dia espalhando prints, vídeos e áudios antigos nos grupos de WhatsApp. Tudo muito requentado, direto do freezer da campanha de 2024. Aquela mesma campanha que terminou de forma inesquecível: uma derrota histórica, com Bruno Silva abrindo quase 10 mil votos de vantagem sobre Cláudio Furtado.


No fim das contas, a pergunta que fica é simples: até quando a oposição vai insistir em viver de passado, reciclar derrotas e tentar vender o que não é seu? Coelho Neto não está à venda. E o povo, definitivamente, não aceita ser tratado como gado de fazenda alheia. Carlos Rodrigues é o cara!

sábado, 17 de janeiro de 2026

MA: Duque Bacelar recebe ação do Movimento Pela Vida com foco na saúde visual


O município de Duque Bacelar recebeu, na sexta-feira, 16, uma ação do Movimento Pela Vida voltada à promoção da saúde visual da população. 



A iniciativa ofereceu consultas e exames de vista, com o objetivo de ampliar o acesso aos cuidados oftalmológicos, especialmente para moradores em situação de maior vulnerabilidade social.



A ação contou com a parceria da assistente social Dra. Rakel, responsável pela articulação local, e teve o apoio das deputadas Amanda Gentil e Daniela, que colaboraram para a viabilização do atendimento no município. Durante a programação, moradores puderam realizar avaliações visuais básicas, fundamentais para a identificação precoce de problemas de visão.



De acordo com os organizadores, o foco do Movimento Pela Vida é contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população por meio de ações preventivas na área da saúde. A saúde visual, segundo especialistas, é um aspecto essencial do bem-estar, pois impacta diretamente a aprendizagem, o trabalho e a autonomia das pessoas.

A iniciativa reforça a importância de parcerias entre movimentos sociais, profissionais da área e representantes públicos para levar serviços de saúde a diferentes regiões. Em Duque Bacelar, a ação foi avaliada como positiva por moradores atendidos, que destacaram a dificuldade de acesso regular a esse tipo de serviço.

O Movimento Pela Vida informou que foram realizados 403 atendimentos, sendo 373 para óculos e 30 para cirurgias.

 A iniciativa de Dra. Rakel se resume em mais cuidado e mais qualidade de vida para a população de Duque Bacelar.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

MA: Em Coelho Neto é assim: Quando a oposição fala demais e esquece de olhar para o próprio quintal


Se a ideia do vereador Samuel Aragão era bancar o fiscal número um da moralidade, o efeito acabou sendo o contrário.

 


O discurso saiu mais para barulho político do que para denúncia séria. E, convenhamos, quando alguém resolve apontar o dedo, o mínimo que se espera é que dê uma olhada antes para o próprio telhado.

Nos bastidores, o governo municipal resume a situação de forma simples: isso tudo não passa de chacota política. Factoide velho, requentado, daqueles que aparecem quando a oposição não tem muito o que mostrar.

Moralidade seletiva cansa

Samuel fala em certidão, em lisura, em investigação… mas parece esquecer que gente bem próxima a ele (o sogro e o senador) anda sendo citada em denúncias no Ministério Público, no Gaeco e na PF. Não é novidade para ninguém da região.

Como diz o povo: quem tem o rabo sujo não deveria sentar em cadeira branca.

Atira para um lado… e o tiro sai pela culatra

O vereador resolveu misturar Coelho Neto com problemas de outros municípios, como se tudo fosse a mesma coisa. Não é. E esse tipo de jogada é perigoso, porque quem atira sem mirar direito acaba acertando o próprio pé.

Ainda mais quando se anda cercado de figuras políticas que já passaram pelo radar da Polícia Federal — fatos públicos, noticiados, mas que parecem invisíveis para a oposição quando o assunto é conveniência política.

Quer informação? O caminho é simples

Se Samuel realmente quer saber sobre o contrato da Data Tech, não precisa de espetáculo nem de postagem dramática. É só fazer o básico: procurar o TCE. Lá está tudo — contrato, valores, pareceres, pagamentos. Tudo às claras. O que não dá é querer que a sua secretária faça o trabalho que é dele, enquanto o vereador parece mais ocupado curtindo as praias do Ceará do que cumprindo o mandato.

Muito discurso, pouco serviço

No fim das contas, o que fica é a velha sensação: sobra fala, falta trabalho. Quando a oposição não tem proposta, não tem ação e não tem resultado, apela para o barulho. E aí acontece o de sempre: quem tenta posar de fiscal da moral acaba deixando exposto que o problema não está onde ele aponta, mas bem mais perto do que gostaria de admitir.

Política também é isso: quem fala demais, às vezes acaba contando mais do que queria. Em resumo, Samuel tenta fazer do MP "bode expiatório" em mais uma tentativa de espalhar fake News, coisa que o vereador turista é campeão!

domingo, 11 de janeiro de 2026

MA: Moradores do Conjunto José Furtado denunciam água contaminada e cobram providências da Prefeitura de Duque Bacelar


Moradores do Conjunto José Furtado, em Duque Bacelar, denunciaram uma situação considerada alarmante no abastecimento de água do bairro. 


Segundo relatos, a população teria passado vários dias utilizando água supostamente contaminada, após a descoberta de urubus mortos dentro de uma caixa d’água responsável pelo fornecimento à comunidade.

De acordo com os moradores, o problema só teria sido solucionado depois que restos dos animais mortos entupiram os canos da rede de distribuição, o que forçou a limpeza da caixa. Eles afirmam que, caso isso não tivesse ocorrido, a população continuaria fazendo uso da água em condições impróprias para consumo, descrita como “contaminada e com mau cheiro”.

A situação se agrava ainda mais com a denúncia de que a caixa d’água estaria há cerca de três anos sem tampa, o que teria facilitado o acesso de animais e aumentado o risco de contaminação da água distribuída às residências do conjunto. Para os moradores, a falta de manutenção demonstra negligência e descaso com um serviço essencial.

O caso gerou revolta e indignação entre os residentes, que classificam o episódio como um grave risco à saúde pública. “É uma calamidade. Ficamos dias usando uma água sem saber se estava própria, e só tomaram providência quando os canos entupiram”, relatou um morador, que preferiu não se identificar.

Além da denúncia sobre a qualidade da água, parte da comunidade direciona críticas à gestão municipal. Moradores acusam a administração do prefeito Flávio Furtado — citado popularmente por diferentes apelidos — de negligência e cobram mais transparência e responsabilidade na condução dos serviços básicos. As suspeitas levantadas pela população ainda não foram comprovadas oficialmente, mas refletem um clima de desconfiança e insatisfação com a gestão pública local.

Até o momento, não há informações oficiais detalhadas sobre análises da água, possíveis riscos à saúde da população ou responsabilização pelo ocorrido. Os moradores do Conjunto José Furtado cobram providências urgentes, investigação dos fatos e garantias de que a água fornecida seja devidamente tratada e segura para consumo.

A reportagem segue aguardando um posicionamento oficial da Prefeitura de Duque Bacelar e dos órgãos responsáveis pelo abastecimento de água no município.