Homenagem reconhece atuação do jornalista nas áreas pública, cultural e de comunicação em Coelho Neto, no Maranhão.
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Milton Vieira recebe título de cidadania em sessão solene na Câmara Municipal de Coelho Neto, no Maranhão
terça-feira, 27 de outubro de 2026
OPINIÃO | Após derrota de Orleans, Bruno Silva terá que provar sua força política junto ao novo governo do Maranhão
Prefeito de Coelho Neto apoiou Orleans Brandão, mas suas alianças com André Fufuca e Pedro Lucas Fernandes poderão abrir canais de diálogo com a nova gestão estadual.
A eleição de 2026 mudou o cenário político do Maranhão e coloca os prefeitos que apoiaram candidatos derrotados diante do desafio de estabelecer relações com o futuro governo estadual.
Em Coelho Neto, o prefeito Bruno Silva, que esteve ao lado de Orleans Brandão na disputa pelo Palácio dos Leões, terá de lidar com uma nova realidade política a partir de janeiro de 2027.
Entretanto, Bruno não está sem interlocutores. Durante a campanha, também apoiou o senador André Fufuca, eleito para o Senado ao lado de Eduardo Braide, e o deputado federal Pedro Lucas Fernandes. Essas alianças poderão representar caminhos importantes para facilitar o diálogo com o novo governo e reduzir eventuais obstáculos políticos.
Na minha avaliação, essa composição merece atenção. Embora Bruno tenha apoiado um candidato derrotado na disputa estadual, suas relações com lideranças que estarão em posição de interlocução política poderão ajudar a manter Coelho Neto nas discussões sobre investimentos e ações do governo maranhense.
O desafio será transformar essas relações em resultados concretos, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e educação. Para isso, será necessário apresentar demandas, defender projetos e buscar uma agenda de cooperação com a nova administração.
Também caberá a Eduardo Braide demonstrar disposição para dialogar com prefeitos de diferentes correntes políticas, sem permitir que as escolhas eleitorais se transformem em barreiras ao atendimento das necessidades da população.
O ponto central desta análise é que Bruno Silva terá alternativas para construir essa aproximação, mas o resultado dependerá da capacidade de articulação de todos os envolvidos.
A partir de janeiro, a população de Coelho Neto poderá observar se as alianças políticas serão capazes de ultrapassar as diferenças eleitorais e contribuir para novos investimentos no município.
Afinal, o que realmente importa não é apenas quem esteve em cada palanque, mas a capacidade de transformar o diálogo político em benefícios para a população.
Vale apostar na capacidade de Bruno Silva e de seu grupo político.
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Mulher dá à luz em terreno em construção em Duque Bacelar; caso levanta questionamentos sobre assistência à saúde municipal
Por Redação | 8 de outubro de 2026 | Duque Bacelar – MA
Um episódio registrado na tarde desta quinta-feira (8), em Duque Bacelar, no interior do Maranhão, acendeu um alerta sobre a assistência à saúde no município.
Uma mulher deu à luz um menino em um terreno em construção, no bairro Alto Bonito. Até o momento, as circunstâncias do ocorrido ainda não foram oficialmente esclarecidas.
O ocorrido
Conforme informações preliminares, a mulher reside no bairro e necessita de acompanhamento permanente. Sua identidade não está sendo divulgada para preservar sua privacidade. Um vídeo gravado por moradores e compartilhado nas redes sociais relata o fato e tem gerado repercussão, com questionamentos sobre a possível ausência de assistência de saúde no momento do parto.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que a mãe e o recém-nascido foram encaminhados para um hospital em Caxias. Até a publicação desta matéria, não há confirmação oficial sobre o estado de saúde de ambos.
Dúvidas que precisam de esclarecimento
O caso tem levantado dúvidas entre moradores e observadores: se os serviços de saúde foram acionados, em que momento a solicitação foi feita, se houve atendimento no local e quando foi providenciado o transporte para outra cidade.
Muitos têm considerado a situação grave e entendem que ela merece tratamento transparente, sem uso político, e que deve ser esclarecida pelas autoridades responsáveis.
O episódio ocorre em um contexto em que já havia críticas aos serviços de saúde locais, incluindo questionamentos sobre o fechamento do Centro de Imagem do município. Também tramitam investigações do Ministério Público referentes a possíveis irregularidades na gestão de recursos públicos, procedimentos esses que ainda não tiveram conclusão oficial.
O que a população espera saber
Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura de Duque Bacelar não havia se manifestado sobre o caso. A população entende que tem o direito de receber informações claras sobre quando os serviços foram acionados, qual atendimento foi prestado e em que momento o casal foi encaminhado.
Há entendimento de que, caso sejam confirmadas falhas ou omissões, as responsabilidades devem ser apuradas e medidas adotadas para que situações semelhantes não se repitam. Demanda-se, acima de tudo, transparência e atenção aos serviços essenciais à população.
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Bruno Silva mostra força nas urnas e oposição volta a ficar para trás em Coelho Neto, no Maranhão
O resultado das urnas em Coelho Neto deixou um recado político que dificilmente pode ser ignorado: o grupo liderado pelo prefeito Bruno Silva continua forte, organizado e com capacidade de mobilização eleitoral
Na eleição deste domingo, os candidatos apoiados pelo grupo governista conquistaram votações expressivas no município e, mais uma vez, o desempenho das forças de oposição ficou abaixo da capacidade de mobilização apresentada pelo grupo do prefeito.Na disputa pelo Senado, André Fufuca contou com o apoio de Bruno Silva e de sua base política em Coelho Neto, resultando num total de 15.077 votos, quase 34% dos votos válidos. Para deputado federal, Pedro Lucas Fernandes, do União Brasil, foi o mais votado no município, com 9.446 votos, demonstrando a força da articulação construída em torno de sua candidatura.
Para deputado estadual, o resultado também foi expressivo. Glaubert Cutrim alcançou 9.544 votos em Coelho Neto, liderando a votação para a Assembleia Legislativa no município. Apesar da expressiva votação local, Glaubert não conseguiu conquistar a reeleição.
Uma oposição que não conseguiu reagir
Mais do que números isolados, o resultado revela a capacidade do grupo de Bruno Silva de transformar apoio político em votos. A estratégia montada para a eleição funcionou e permitiu aos candidatos aliados estabelecerem uma vantagem significativa no município.
Na prática, a oposição voltou a encontrar dificuldades para apresentar uma força eleitoral capaz de fazer frente à estrutura política construída pelo prefeito.
O resultado reforça uma característica que vem marcando o cenário político de Coelho Neto: quando o grupo governista entra unido em uma disputa, consegue mobilizar sua base, ocupar espaços e impor uma derrota eleitoral às forças adversárias.
Bruno Silva sai fortalecido
O desempenho dos candidatos apoiados pelo prefeito também acaba sendo interpretado como uma espécie de avaliação da força política de Bruno Silva no município.
Pedro Lucas e Glaubert Cutrim, dois dos principais nomes apoiados pelo grupo, foram os mais votados em Coelho Neto em suas respectivas disputas. E isso não acontece por acaso.
É resultado de articulação, presença política, mobilização da base e, sobretudo, da capacidade do grupo governista de transformar alianças em votos.
Com mais esse resultado, Bruno Silva demonstra que continua sendo uma das principais forças políticas de Coelho Neto e que seu grupo permanece organizado para os próximos capítulos da política municipal.
Se a intenção da oposição era diminuir o tamanho do grupo governista nas urnas, o resultado mostrou justamente o contrário: mais uma vez, o grupo de Bruno Silva saiu na frente e deixou os adversários olhando a diferença de votos.
sábado, 26 de setembro de 2026
TROCA-TROCA POLÍTICO! Samuel Furtado apresenta novo aliado e deixa no ar uma pergunta: o que aconteceu com João Igor?
No Espetinho do César, o cardápio foi político: Marcos Caldas entra em cena, enquanto João Igor fica para trás
O cenário foi o Espetinho do César, mas o assunto que promete render nas rodas de conversa da política regional é outro: a mais recente mudança de rumo do vereador Samuel Furtado, que apresentou Marcos Caldas como seu novo candidato a deputado estadual.
A novidade, no entanto, chega acompanhada de uma pergunta inevitável: E o que aconteceu com João Igor, até pouco tempo apontado como parceiro político de Samuel na região?
Antes mesmo de apresentar publicamente suas justificativas para o rompimento, o vereador já aparece de mãos dadas com um novo nome na disputa estadual. Uma movimentação que, no mínimo, chama a atenção e levanta questionamentos sobre os critérios que orientam suas alianças.
Afinal, o que motivou essa mudança? Divergências políticas? Novos acordos? Ou interesses que ainda não vieram a público?
Por enquanto, sem explicações claras, as especulações ficam por conta dos bastidores. E é justamente aí que a situação ganha contornos ainda mais delicados: quando um aliado é substituído por outro sem que o eleitor conheça os motivos, a confiança e a coerência política entram em discussão.
O apoio de um representante público é uma decisão legítima, mas também pode ser objeto de cobrança por parte da população. Afinal, compromisso político não deveria ser tratado como uma peça que se troca de acordo com a conveniência do momento.
Samuel Furtado tem todo o direito de rever suas alianças. O que o eleitor pode cobrar, entretanto, é transparência: por que João Igor ficou pelo caminho e o que levou Marcos Caldas a ocupar esse espaço?
No fim das contas, a política pode até permitir mudanças de parceiros, mas a memória do eleitor costuma ser mais persistente do que os acordos de ocasião.
E fica a pergunta que não quer calar: Samuel Furtado vai explicar essa troca ou deixará que os bastidores contem
a história por ele?
domingo, 20 de setembro de 2026
Bruno Silva amplia protagonismo político e transforma Coelho Neto em um dos principais palcos da campanha de 2026
Mobilização com André Fufuca e apoio à candidatura de Lula, reforça o protagonismo do prefeito de Coelho Neto no cenário político regional
O município voltou a ser palco de uma grande mobilização política neste sábado (19). O prefeito Bruno Silva, seu grupo político e o candidato ao Senado André Fufuca participaram de uma passeata que percorreu ruas da cidade e reuniu apoiadores dos candidatos defendidos pelo grupo.
O ato havia sido anunciado pelo próprio prefeito como o “Arrastão do Lula 13”, associando a mobilização ao apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à campanha de André Fufuca ao Senado.
A convocação publicada antes do evento destacava a participação popular e conclamava os apoiadores a ocuparem as ruas.
Mais do que uma manifestação de campanha, a movimentação recoloca Coelho Neto no centro das articulações políticas da região e evidencia o espaço ocupado por Bruno Silva na condução do seu grupo político.
O espaço político em torno de Lula
Um dos aspectos que chama atenção na trajetória política de Bruno Silva é a sua atuação junto ao eleitorado identificado com o presidente Lula.
Segundo a leitura política defendida por aliados do prefeito, Bruno passou, nos últimos anos, a ocupar um espaço que tradicionalmente era associado às lideranças petistas locais, construindo uma relação própria com o eleitorado lulista e incorporando essa pauta às alianças que vem estabelecendo.
A mobilização deste sábado reforçou essa estratégia. Ao colocar lado a lado o nome de Lula, sua liderança municipal e a candidatura de Fufuca ao Senado, Bruno demonstra a tentativa de transformar sua influência local em capital político para os candidatos que apoia.
Uma liderança que extrapola os limites do município?
O fenômeno político em torno de Bruno Silva também pode ser observado pela capacidade de mobilização apresentada pelo seu grupo ao longo da campanha.
Em agosto, por exemplo, o prefeito já havia realizado um adesivaço que, segundo o Portal da Cidade, reuniu centenas de apoiadores e contou com a presença dos candidatos Glaubert Cutrim e Pedro Lucas. O ato foi seguido por uma carreata pelas principais avenidas de Coelho Neto.
A sequência de eventos indica que o prefeito vem utilizando a força política construída no município para participar ativamente da campanha de seus aliados.
Para seus apoiadores, esse desempenho representa a consolidação de uma liderança que ultrapassa a administração municipal e passa a ter peso nas disputas eleitorais de âmbito estadual.
Oposição diante de um cenário de forte disputa
O crescimento da presença política de Bruno Silva também modifica o ambiente da oposição municipal.
A campanha de 2026 vem sendo marcada por uma disputa intensa pelo espaço político de Coelho Neto, com diferentes grupos buscando demonstrar capacidade de mobilização, articulação e influência junto ao eleitorado.
Nesse cenário, o tamanho das manifestações públicas tornou-se um dos elementos utilizados pelos grupos políticos para demonstrar força.
O que já é possível observar é que Bruno Silva transformou Coelho Neto em uma importante plataforma de mobilização política desde as eleições de 2022, associando sua liderança municipal a candidaturas estaduais e nacionais.
A movimentação deste sábado, com André Fufuca e a defesa da candidatura de Lula, acrescenta mais um capítulo a essa estratégia e reforça o papel de Bruno Silva como um dos principais articuladores políticos do município e região nesta eleição.
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Secretários de Saúde e Educação de Duque Bacelar deixam o posto de trabalho para liderar equipes de cabos eleitorais
Uma situação que estaria ocorrendo em Duque Bacelar vem provocando questionamentos sobre as prioridades da administração municipal em pleno período eleitoral
Segundo relato encaminhado ao blog, os secretários municipais de Educação e Saúde estariam, seguindo orientação do prefeito, participando da organização e liderança de equipes de pessoas contratadas para atuar como cabos eleitorais na campanha de candidatos apoiados pelo grupo político que administra o município.
A informação, até o momento, não foi acompanhada de documentos que comprovem a contratação dessas pessoas ou uma eventual utilização da estrutura pública na atividade eleitoral. Por isso, o blog registra o episódio como relato e abre espaço para os envolvidos apresentarem esclarecimentos.
O questionamento, entretanto, vai além da disputa política. Está relacionado principalmente à função exercida pelos dois secretários.
Atualmente, a Prefeitura de Duque Bacelar informa oficialmente que Jales Moura de Freitas Carvalho ocupa a Secretaria de Educação, enquanto Ana Leonor Batista Burlamaqui responde pela Secretaria de Saúde e Saneamento.
A própria estrutura administrativa municipal atribui à Educação responsabilidades como a coordenação das atividades educacionais, elaboração do Plano Municipal de Educação e organização de ações voltadas ao ensino. Na Saúde, estão entre as atribuições a assistência hospitalar e médico-cirúrgica, prevenção de doenças, vigilância sanitária e gerenciamento de recursos do Fundo Municipal de Saúde.
É justamente por isso que a eventual dedicação de titulares dessas duas pastas a atividades político-eleitorais levanta uma questão que merece ser respondida: quem está cuidando integralmente das demandas da Saúde e da Educação enquanto os responsáveis pelas secretarias estariam envolvidos na campanha?
Em um município onde moradores já manifestam cobranças por melhorias nos serviços públicos, qualquer redução na presença ou na atenção dos responsáveis pelas áreas essenciais pode ampliar a percepção de abandono e alimentar ainda mais a insatisfação da população.
A discussão não deveria ser sobre a preferência política de cada secretário, mas sobre a prioridade dada ao interesse público. Em período eleitoral, servidores e agentes públicos continuam tendo responsabilidades administrativas que precisam ser cumpridas com regularidade, transparência e respeito às regras eleitorais.
O próprio município mantém um Diário Oficial com acesso público aos atos administrativos, permitindo que a população acompanhe nomeações, contratos, despesas e demais decisões da administração.
Diante da gravidade do relato, ficam algumas perguntas: houve orientação oficial para que secretários participassem da coordenação de equipes eleitorais? Essas pessoas foram contratadas especificamente para a campanha? Houve utilização de recursos, servidores ou estrutura pública? E, principalmente, como estão sendo preservadas as atividades das Secretarias de Saúde e Educação durante esse período?







