segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

MA: Em Coelho Neto é assim: Quando a oposição fala demais e esquece de olhar para o próprio quintal


Se a ideia do vereador Samuel Aragão era bancar o fiscal número um da moralidade, o efeito acabou sendo o contrário.

 


O discurso saiu mais para barulho político do que para denúncia séria. E, convenhamos, quando alguém resolve apontar o dedo, o mínimo que se espera é que dê uma olhada antes para o próprio telhado.

Nos bastidores, o governo municipal resume a situação de forma simples: isso tudo não passa de chacota política. Factoide velho, requentado, daqueles que aparecem quando a oposição não tem muito o que mostrar.

Moralidade seletiva cansa

Samuel fala em certidão, em lisura, em investigação… mas parece esquecer que gente bem próxima a ele (o sogro e o senador) anda sendo citada em denúncias no Ministério Público, no Gaeco e na PF. Não é novidade para ninguém da região.

Como diz o povo: quem tem o rabo sujo não deveria sentar em cadeira branca.

Atira para um lado… e o tiro sai pela culatra

O vereador resolveu misturar Coelho Neto com problemas de outros municípios, como se tudo fosse a mesma coisa. Não é. E esse tipo de jogada é perigoso, porque quem atira sem mirar direito acaba acertando o próprio pé.

Ainda mais quando se anda cercado de figuras políticas que já passaram pelo radar da Polícia Federal — fatos públicos, noticiados, mas que parecem invisíveis para a oposição quando o assunto é conveniência política.

Quer informação? O caminho é simples

Se Samuel realmente quer saber sobre o contrato da Data Tech, não precisa de espetáculo nem de postagem dramática. É só fazer o básico: procurar o TCE. Lá está tudo — contrato, valores, pareceres, pagamentos. Tudo às claras. O que não dá é querer que a sua secretária faça o trabalho que é dele, enquanto o vereador parece mais ocupado curtindo as praias do Ceará do que cumprindo o mandato.

Muito discurso, pouco serviço

No fim das contas, o que fica é a velha sensação: sobra fala, falta trabalho. Quando a oposição não tem proposta, não tem ação e não tem resultado, apela para o barulho. E aí acontece o de sempre: quem tenta posar de fiscal da moral acaba deixando exposto que o problema não está onde ele aponta, mas bem mais perto do que gostaria de admitir.

Política também é isso: quem fala demais, às vezes acaba contando mais do que queria. Em resumo, Samuel tenta fazer do MP "bode expiatório" em mais uma tentativa de espalhar fake News, coisa que o vereador turista é campeão!

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