terça-feira, 27 de janeiro de 2026

MA: O SAMBA DO CRIOULO DOIDO DA OPOSIÇÃO DE COELHO NETO


O cenário político de Coelho Neto tem sido marcado por um contraste cada vez mais evidente: de um lado, a consolidação da hegemonia do prefeito Bruno Silva; do outro, uma oposição desarticulada, que protagoniza o que muitos já classificam como uma verdadeira “dança do crioulo doido”.



Mesmo sem ser pré-candidato a qualquer cargo eletivo, Bruno Silva segue ocupando o centro do tabuleiro político local. A oposição, em vez de construir um projeto próprio ou apresentar nomes com densidade eleitoral, age como se o prefeito estivesse novamente na disputa, gastando energia em conjecturas, suposições e ataques baseados mais na imaginação do que na realidade.


Formado por um pequeno grupo sem histórico político consistente em Coelho Neto e sem afinidade comprovada com a população, o campo opositor parece movido apenas por interesses imediatos. Segundo informações que circulam nos bastidores, esse mesmo grupo já teria negociado apoio com pré-candidatos a deputado e senador cujo foco exclusivo dos "pipiras" é a reeleição. Desta forma, o grupinho mantido a "pão e água" pelo clã " Furtando Duque Bacelar", trata o povo de Coelho Neto como simples moeda de troca — especialmente aqueles eleitores menos atentos ao jogo político.


Enquanto isso, Bruno Silva observa à distância. O prefeito tem deixado a oposição literalmente tonta, que, desnorteada, tenta adivinhar quem será o nome apoiado por ele na sucessão municipal 2028. Ou, seja: com relação o pleito deste ano, os votos da oposição já estão vendidos. Sem pistas concretas sobre o que vem pra 2028, o grupo opositor atua no improviso, alimentando boatos e criando cenários fictícios, numa tentativa frustrada de se manter relevante no debate público.


Na prática, o prefeito segue focado na eleição deste ano, trabalhando silenciosamente na construção de uma base sólida para seus candidatos. A estratégia é clara: preparar o terreno para mais uma expressiva vitória nas urnas, ampliando a vantagem sobre uma oposição fragilizada, sem discurso, sem projeto e sem conexão real com os coelhonetenses. E, até aqui, os fatos indicam que Bruno Silva continua ditando o ritmo, enquanto a oposição corre atrás da própria sombra. Hilário, né?

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