terça-feira, 30 de setembro de 2025

MA: Caixas eletrônicos do Bradesco voltam a gerar revolta em Coelho Neto


Mais uma vez, os clientes da agência do Bradesco em Coelho Neto enfrentaram transtornos e constrangimento devido à falta de dinheiro nos caixas eletrônicos. 




A situação, considerada por muitos como humilhante, ocorre justamente em um período de grande movimento, quando coincidem os pagamentos dos servidores municipais e dos beneficiários da Previdência Social.


Apesar da chegada do carro-forte na terça-feira (29), o abastecimento foi insuficiente para atender à alta demanda. Nesta quarta-feira (30), durante todo o dia, os terminais permaneceram vazios, deixando a população indignada. Uma funcionária da agência informou a clientes que “talvez” houvesse nova remessa até às 22h, mas o tom de incerteza aumentou ainda mais a insatisfação dos usuários, muitos deles sem condições de esperar.


As reclamações chegaram ao prefeito Bruno Silva, que, em contato com a nossa redação, confirmou que no dia 2 de outubro, próxima quinta-feira, será realizada a licitação para definir qual banco assumirá o pagamento da folha da Prefeitura de Coelho Neto. A medida é vista como uma alternativa para aliviar os transtornos recorrentes que a população vem enfrentando.


Enquanto isso, clientes seguem sem acesso ao dinheiro, numa rotina de frustração que, infelizmente, já se tornou comum na cidade.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

MA: FAPEDUQUE na corda bamba: prefeito pede novo reparcelamento e assume calote.


O prefeito de Duque Bacelar, Flávio Furtado (PDT), voltou a assumir, diante da Câmara Municipal, um problema que já se arrasta há anos: o calote previdenciário da Prefeitura com o FAPEDUQUE, fundo responsável por garantir as aposentadorias e pensões dos servidores municipais. 

O débito, que hoje ultrapassa a marca de R$ 4 milhões, é resultado direto do não recolhimento regular da contribuição patronal e, para piorar, também do atraso no repasse da contribuição dos próprios servidores.

Não se trata de novidade. No passado, o mesmo prefeito já havia solicitado e conseguido autorização da Câmara para parcelar a dívida. Agora, mais uma vez, pede um novo parcelamento e reparcelamento, revelando que a conta só cresceu. A pergunta que fica é: até quando a Câmara vai ser cúmplice desse ciclo vicioso de dívidas, parcelamentos e inadimplência?

O que está em jogo

O funcionamento de qualquer regime de previdência é simples: O servidor paga sua parte, que corresponde a 14% do salário, descontados em folha. O município, como patrão, deve pagar em média 22% da folha, como contribuição patronal.

Quando o prefeito deixa de recolher a parte da Prefeitura, compromete o equilíbrio do fundo. Mas quando desconta dos servidores e não repassa, a situação beira o inaceitável, pois se caracteriza apropriação indevida de recursos. O trabalhador paga, mas o dinheiro não chega ao destino.

Quem perde com isso?

Quem perde são os professores, os agentes de saúde, os servidores administrativos, todos aqueles que dedicam a vida ao serviço público e esperam, com justiça, a segurança de uma aposentadoria. O FAPEDUQUE, que deveria ser um cofre sólido, está sendo tratado como caixa de conveniência da gestão.

E a cada novo pedido de parcelamento, cresce a dúvida sobre a probidade administrativa: como confiar num gestor que reconhece reiteradamente o calote, mas não corrige a prática? Será que os vereadores, ao aprovarem sucessivos reparcelamentos, estão zelando pelos servidores ou apenas dando carta branca para que o problema se agrave ainda mais?

Uma conta que alguém vai pagar

Enquanto a Prefeitura empurra a dívida com a barriga, os servidores ficam inseguros quanto ao futuro de suas aposentadorias. O rombo já ultrapassa R$ 4 milhões e, se nada for feito de forma séria, pode se transformar numa bomba-relógio social.

A gestão Flávio Furtado precisa explicar à população: trata-se de incompetência administrativa, desleixo com a coisa pública ou má-fé? Seja qual for a resposta, o fato é um só — a conta não será paga pelo prefeito, mas pelo servidor que trabalhou a vida inteira e corre o risco de chegar ao fim da carreira sem a garantia de receber aquilo que lhe é de direito. 

MA: Oposição de Duque Bacelar realiza encontro político em Duque Bacelar.


O vereador Betim do Sacolão promoveu, em seu sítio, um encontro que reuniu algumas das principais lideranças da oposição local. O evento, que misturou política e confraternização, contou com a presença da Dra. Rakel e seu esposo, o ex-vereador Ferreira Rego, Luis Sousa, do vice-prefeito Raimundinho, do ex-vereador Bode, além de diversas lideranças comunitárias e simpatizantes.



O momento foi marcado pela troca de declarações de boas-vindas ao vereador, que recebeu o reconhecimento dos colegas por sua firmeza e simplicidade na forma de conduzir o seu mandato. Ele é o único vereador de oposição na Câmara e tem batido de frente com o prefeito Flávio Furtado, denunciando supostos desmandos da gestão. Betim também foi elogiado pelos colegas por sua postura de aliado incondicional dos professores e servidores municipais.




A impressão que fica é que Betim soube conquistar a confiança da oposição ao abrir espaço para conversas francas, valorizando cada liderança presente e transmitindo confiança no futuro político do grupo.

A reunião serviu também para reforçar o caráter descontraído e agregador do encontro. 

A iniciativa repercutiu positivamente entre a população, que enxerga na união da oposição um movimento em ascensão, tanto em quantidade quanto em qualidade.

Com esse gesto, Betim do Sacolão demonstrou não apenas habilidade política, mas também capacidade de unir forças e motivar lideranças em torno de um projeto coletivo, deixando claro que a oposição caminha para se consolidar como um grupo mais organizado e confiante.

domingo, 28 de setembro de 2025

BR: QUEM PLANTA VENTOS, COLHE TEMPESTADE!


As sanções impostas pelos Estados Unidos ao ministro Alexandre de Moraes e, de quebra, à sua esposa, Viviane Barci de Moraes, são mais do que um gesto diplomático: são um tapa na cara do Brasil. 


Foto: internet 

Ministro Alexandre de Moraes/STF

Pela primeira vez, uma potência estrangeira resolveu dizer em alto e bom som o que muitos aqui dentro já murmuravam em voz baixa — que Moraes ultrapassou todos os limites de um juiz constitucional e se transformou numa espécie de xerife político, dono da última palavra sobre quem pode ou não se expressar.


O governo americano acusa Moraes de autorizar prisões arbitrárias, sufocar a liberdade de expressão e agir como “juiz e júri” em processos que não deveriam jamais estar em suas mãos. A resposta foi dura: bloqueio de ativos, proibição de transações financeiras e revogação de vistos. Depois, veio a ampliação da punição à esposa e à empresa da família, deixando claro que os EUA não estão apenas mirando o ministro, mas todo o seu entorno.


Moraes reagiu como era esperado: chamou tudo de ilegal, disse que é um ataque à soberania e à independência do Judiciário. O governo Lula engrossou o coro, levou o caso para a ONU e tentou vestir a fantasia de vítima da ingerência externa. Mas a pergunta que fica é: quem foi mesmo que abriu a porta para esse vexame internacional?


Quando um magistrado acumula poderes de investigador, acusador e julgador, ignora garantias constitucionais e ainda transforma críticas em “ataques à democracia”, o terreno da arbitrariedade está pronto. Foi nesse solo que Moraes plantou seus ventos — e agora a tempestade veio de fora, com força e com a marca de quem não tem medo de impor consequências.


Não se trata de defender ingerência estrangeira sobre assuntos internos, mas é impossível ignorar o simbolismo do gesto. Os EUA, que não costumam mexer em vespeiro alheio sem cálculo político, decidiram expor Moraes ao mundo como exemplo negativo. Isso mancha a imagem do Brasil, desgasta ainda mais nossas instituições e coloca em xeque a narrativa de que aqui tudo funciona dentro da normalidade democrática.


No fim das contas, a cena é constrangedora: enquanto Moraes insiste em dizer que não tem nada a esconder e que não possui bens no exterior, sua esposa e a empresa da família entram no pacote das sanções. É como se os EUA estivessem dizendo: “Se não doer no bolso dele, vai doer em quem está perto”.


Moraes pode até resistir internamente com apoio de setores políticos e da mídia alinhada, mas internacionalmente já carrega a marca de um juiz sancionado por violar direitos humanos. E essa tempestade, convenhamos, não nasceu do nada — foi ele mesmo quem a cultivou.

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Duque Bacelar (MA): Flávio “Tigrinho” Furtado inventa mais um calote para a coleção


Quando o assunto é tirar direitos de servidores, o prefeito de Duque Bacelar, Flávio “Tigrinho” Furtado, não conhece limites. 


Amparado por sua fiel tropa de vereadores, o gestor decidiu preparar um pacote que os servidores já apelidaram de “combo do calote”.

A primeira jogada foi mandar à Câmara, em regime de urgência — porque golpe bom é golpe rápido — um projeto para alterar o Artigo 27 da Lei nº 070/2010, que regula o Conselho Administrativo do FAPEDUQUE. Na versão original, três servidores (ativos e inativos) tinham assento no Conselho. Na versão “tigrada”, esse número cai para apenas um. Ou seja, a raposa pedindo a chave do galinheiro.






E, para coroar a esperteza, o prefeito ainda achou “justo” incluir até um representante dos servidores contratados — detalhe: eles nem sequer contribuem para o fundo, pois pagam a Previdência Geral. É como colocar alguém que nunca comprou ingresso para votar na final do campeonato. Os servidores já avisaram: é inconstitucional. Mas, convenhamos, quem se preocupa com Constituição em Duque Bacelar?

Não satisfeito, Furtado ainda empurrou para a Câmara o PL nº 10/2025, que os servidores batizaram de “projeto do calote”. Inspirado na famigerada PEC do Calote (EC nº 136/2025), já alvo de ação no STF, o prefeito quer carta branca para reparcelar débitos atrasados, renegociados e, adivinhe, não pagos.




Vale lembrar: o débito já foi empurrado para 240 meses. Mas como Flávio gosta de viver no infinito, agora ele propõe esticar a conta para 300 meses. E não é só isso: ele também quer reduzir juros, cortar multas e até dar desconto no valor da dívida. É o Black Friday do calote!

Enquanto isso, servidores olham incrédulos para o desmonte do fundo que deveria garantir suas aposentadorias e pensões. Já tem quem aposte que os próximos alvos serão os RPVs e precatórios, que o prefeito parece enxergar como cofrinho de criança: sempre dá para quebrar e tirar mais um trocado.

No fim, a sensação é uma só: Flávio Furtado e sua base parecem ter descoberto a fórmula mágica da política local — quando faltar dinheiro, é só mandar a conta para os servidores e garantir que a Câmara carimbe. É golpe atrás de golpe, até matar a todos... de tédio.

domingo, 21 de setembro de 2025

MA: Almeidinha mostra força política em Afonso Cunha e reúne lideranças para apoiar Glalbert Cutrim


O município de Afonso Cunha foi palco, na noite de ontem (20), de uma expressiva demonstração de articulação política conduzida por Almeidinha (PT). 



Em um encontro que reuniu lideranças locais e regionais, ele apresentou o deputado estadual Glalbert Cutrim como o pré-candidato do grupo à reeleição em 2026.

O evento contou com a presença de importantes nomes da política regional, entre eles o vice-prefeito de Duque Bacelar, Raimundinho, e o vereador Betim do Sacolão, também de Duque Bacelar. Os três chegaram acompanhados por uma numerosa caravana, evidenciando o peso do movimento em torno do parlamentar.





Durante o encontro, Glalbert Cutrim reafirmou seu compromisso de atuar em defesa das demandas da região, reforçando que sua atuação na Assembleia Legislativa continuará voltada para os interesses das comunidades representadas por essas lideranças.

A movimentação liderada por Almeidinha e fortalecida pelo engajamento de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores já desperta atenção e incômodo entre adversários políticos. A organização e a coesão do grupo sinalizam que a pré-campanha de Glalbert Cutrim começa a ganhar corpo e pode se consolidar como uma das mais fortes na região em 2026.

MA: Moradores ironizam promessa não cumprida de ponte no bairro de Fátima em Afonso Cunha


Segundo os moradores, Aluízio Santos e Pedro Medeiros prometeram construir uma ponte, mas nunca cumpriram.

A população de Afonso Cunha voltou a cobrar nas redes sociais o cumprimento de uma promessa feita pelo deputado estadual Aluízio Santos e pelo prefeito Pedro Medeiros: a construção da ponte do bairro de Fátima. Até agora, a obra não saiu do papel, e a frustração dos moradores se transformou em ironia.


Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um morador organizando toras de madeira como solução improvisada para a travessia. Na publicação, a legenda reforça o tom de crítica: “Urgente! Está acontecendo a grande inauguração da ponte do bairro de Fátima. Deputado Aluízio Santos e o prefeito Pedro Medeiros são nota mil!”


O vídeo acima mostra a passagem para o povoado Santo Antônio, outra situação que a gestão atual fecha os olhos. No local já caiu uma carreta carregada de soja.


A promessa de construção da ponte remonta ao período eleitoral, mas, assim como em outros compromissos assumidos, o resultado tem sido apenas expectativa. Em Duque Bacelar, município vizinho, a situação se repete: o deputado também prometeu obras, mas nada foi concretizado até agora.


Eleito em 2022 com 50.770 votos, Aluízio Santos enfrenta crescente desgaste político diante das cobranças da população. Já mirando as eleições do próximo ano, o deputado tenta abrir espaço em Coelho Neto, município estratégico da região. Se essa movimentação eleitoral terá resultado positivo, ainda é uma incógnita.


Enquanto isso, em Afonso Cunha, a ponte do bairro de Fátima segue como símbolo do distanciamento entre promessas de campanha e a realidade enfrentada diariamente pelos moradores.

Fontes do governo municipal informaram que a ponte de Fátima já foi licitada e já iniciaram a construção da fundação para colocar as estrutura de ferro e depois concretar.



Atualização às 17:46:

Fonte da prefeitura voltou a informar que na verdade a ponte que está em construção é no bairro Trizidela e não no bairro de Fátima.