sábado, 7 de junho de 2025

MA: Sorteio das Mães em Coelho Neto: Um Show de Emoção (Só que ao Contrário).


Na tarde de ontem (7), a cidade de Coelho Neto presenciou um evento memorável – não pelo sucesso, mas pelo vexame. 



O tão aguardado Sorteio das Mães, promovido pela trempe Samuel, Cláudio e Flávio Furtado, conseguiu o feito raro de transformar a praça João Santos em um deserto emocional.


Prometido como um espetáculo de gratidão e carinho pelas mães da cidade, o evento entregou, no fim das contas, um verdadeiro show de tristeza. Os 100 prêmios anunciados? Um mistério digno de investigação policial. Quem foi à praça não viu nem a sombra deles – talvez tenham sido sorteados apenas no mundo da imaginação fértil dos organizadores.


A cena mais simbólica foi protagonizada por Samuel e Flávio Furtado, que, numa performance digna de teatro experimental, se esconderam em cima do caminhão que servia de palanque. O caminhão, diga-se, quase não suportou o peso – não físico, mas emocional – da decepção pública. O clima lembrava mais um velório do que uma celebração: mães entediadas e um eco constrangedor preenchendo os espaços vazios da praça.


Mas, o momento mais hilário ficou por conta do vereador Samuel Aragão, com uma expressão que misturava arrependimento e desespero, como se quisesse desaparecer junto com a moto, o prêmio mais valioso do evento. A cara dele era um poema triste em três atos: “Prometi demais, entreguei de menos e agora quero ir embora”.



Esse fiasco é mais do que um evento mal organizado – é um sintoma evidente da credibilidade em queda livre que os coronéis de Duque Bacelar têm junto ao povo de Coelho Neto. O público respondeu com a arma mais poderosa: a indiferença. E diante de uma praça praticamente  vazia, os organizadores não conseguiram esconder a verdade – nem em cima do caminhão.



Fica a lição: onde falta respeito, sobra vergonha.



MA: Campinho “fantasma” em Duque Bacelar vira exemplo da bagunça na gestão de Flávio Furtado.


Morador denuncia: Obra na Rua Vicente Vilar não tem placa, não tem explicação e ninguém sabe de onde veio o dinheiro.



Em Duque Bacelar, até um simples campinho de futebol virou motivo de desconfiança. A obra que está sendo feita na Rua Vicente Vilar — uma rua secundária da cidade — começou do nada, sem placa, sem aviso e sem ninguém saber quem tá fazendo, quanto vai custar ou quem vai pagar.


Morador "Patriota" .

O povo, que não é bobo, logo começou a perguntar: “Que obra é essa?”. Um morador teve coragem de questionar se aquilo era legal, e depois disso o silêncio só aumentou. Nem o prefeito Flávio Furtado, nem o secretário de Obras, Leojaime, apareceram pra dar satisfação.


Aliás, Leojaime não parece preocupado com transparência. Ao invés de prestar contas e dizer pra população o que está sendo feito, ficou calado como se tudo fosse normal. Só que não é. Qualquer obra pública tem que ter placa explicando tudo: nome da empresa, valor, prazo, origem do dinheiro. E lá no campinho... nada disso existe.


Secretário Leojaime, após a denuncia, durante aplicação do gramado.

É por essas e outras que Duque Bacelar vive mal na fita quando o assunto é transparência. O município tá entre os piores do Maranhão quando se trata de mostrar onde o dinheiro público tá sendo gasto.


Enquanto isso, o campinho vai sendo feito, mas ninguém sabe se tá certo, se tá legal, se tem engenheiro responsável, se tem empresa contratada ou se é só mais uma obra feita nas coxas pra fazer média com o povo.


O que era pra ser um espaço de lazer pra juventude virou mais um retrato da desorganização e da falta de respeito com o povo bacelarense. E se ninguém cobrar, vai ficar por isso mesmo.

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Flagrante de Peculato: Veículo da Prefeitura de Duque Bacelar (MA) é Usado em Obra Particular de Parente de Secretário.


Duque Bacelar (MA) – Um flagrante de uso indevido de bem público está gerando indignação entre os moradores de Duque Bacelar. 



Na manhã desta sexta-feira (6), um morador do Bairro São Francisco, em Coelho Neto, registrou o momento em que um caminhão modelo 3/4, pertencente à Prefeitura de Duque Bacelar, descarregava material de construção em uma residência particular.


Segundo relatos, a casa beneficiada pertence a um parente do atual secretário de Obras do município, Leojaime. A situação configura, em tese, crime de peculato — quando um servidor público utiliza, de forma indevida, bens ou serviços da administração pública em benefício próprio ou de terceiros.


A denúncia reacende um debate antigo entre os moradores da região, que alegam que integrantes do primeiro escalão do governo municipal e correligionários próximos ao prefeito Flávio Furtado têm se beneficiado de maneira irregular da estrutura pública. O próprio prefeito, segundo moradores, já foi flagrado anteriormente utilizando maquinário da prefeitura para serviços particulares — denúncias que, até o momento, não resultaram em punições efetivas.


A conduta denunciada contraria frontalmente o que determina a Lei nº 8.429/1992, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa, que prevê sanções como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e ressarcimento ao erário para agentes públicos que utilizem bens públicos para fins particulares ou que não estejam de acordo com o interesse coletivo.


“Em Duque Bacelar, parece haver uma casta acima da lei. Para os amigos do poder, tudo. Para o povo, nada”, desabafa o autor da denúncia, que preferiu não se identificar por medo de represálias.


A população agora aguarda um posicionamento da Câmara Municipal sobre o caso, o que é improvável,  considerando que todos os 9 vereadores são governistas. Enquanto isso, cresce o sentimento de revolta entre os cidadãos que exigem mais fiscalização, transparência e respeito com os recursos públicos.


MA: Empresa apontada como "fantasma" vira a queridinha do prefeito de Duque Bacelar e recebe mais de R$ 17 milhões em contratos suspeitos

 

Por: Milton Vieira.

Data: 06/06/25

A empresa PRIME SERVIÇOS E CONSTRUÇÃO LTDA, apontada em investigações anteriores como empresa “fantasma”, tornou-se uma das principais beneficiárias de contratos da Prefeitura de Duque Bacelar, administrada por Flávio Furtado (PDT).



Levantamento feito a partir de dados do próprio Portal da Transparência do município revela que 28 contratos foram firmados com a PRIME, somando impressionantes R$ 17.034.238,15. No entanto, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), constam apenas 19 contratos, no valor de R$ 12.700.536,19.

A discrepância de mais de R$ 4,3 milhões entre os dados divulgados pela prefeitura e os registros do TCE levanta sérias suspeitas quanto à lisura na aplicação de recursos públicos. Além disso, espelhos contratuais essenciais para a fiscalização não foram disponibilizados ao órgão de controle, dificultando o acompanhamento e a transparência das contratações.

Nosso portal teve acesso a uma tabela detalhada com os valores pagos à PRIME SERVIÇOS E CONSTRUÇÃO LTDA, que evidencia a relação estreita e vantajosa da empresa com a atual gestão municipal. A falta de dados completos no TCE e a baixa confiabilidade do portal da transparência da prefeitura só reforçam as dúvidas sobre a regularidade dessas contratações.



Apesar dos alertas e indícios levantados pelo TCE em relatórios anteriores, o prefeito Flávio Furtado continua sem sofrer sanções relevantes. Isso se deve, em grande parte, à conivência da Câmara Municipal que, sistematicamente, arquiva denúncias, ignora pareceres técnicos e "passa borracha" nos relatórios do Tribunal de Contas.

Os 9 parlamentares atuais, que deveriam zelar pelos interesses do povo de Duque Bacelar, têm virado as costas para a população, priorizando acordos políticos e interesses próprios. A falta de fiscalização e punição real fomenta a continuidade de práticas que colocam em risco o erário municipal.

Diante do cenário, é urgente que o Ministério Público e o próprio TCE aprofundem as investigações, para esclarecer as relações entre a PRIME SERVIÇOS E CONSTRUÇÃO LTDA e a administração municipal, e para que os responsáveis — sejam políticos ou empresários — sejam devidamente responsabilizados.

A população de Duque Bacelar merece respeito e transparência, não conchavos e contratos suspeitos.


quarta-feira, 4 de junho de 2025

MA: Parceria entre prefeito Bruno Silva e deputado JP já rende frutos em Coelho Neto


Durante a realização do programa “Mutirão da Visão”, que culminou com a entrega de 500 óculos no Teatro Municipal de Coelho Neto, o prefeito Bruno Silva destacou os resultados da parceria com o deputado federal JP, mesmo antes de sua formalização oficial.


Deputado JP ladeado pelo prefeito Bruno Silva (D) e pelo secretário de Saúde Samuel Bastos (E).

Visivelmente satisfeito com a atuação do parlamentar no município, Bruno anunciou a destinação de duas importantes emendas por parte do deputado: uma de R$ 2 milhões para fortalecer o atendimento na saúde e outra de R$ 500 mil para a construção do tão aguardado Centro de Fisioterapia da cidade.

“JP é um deputado que a gente buscou por saber do seu trabalho, da sua palavra, e eu tenho certeza que mais parcerias ainda vão chegar para Coelho Neto e para a nossa população”, afirmou o prefeito.

O deputado JP expressou sua gratidão a Deus pela oportunidade de contribuir com o município. Ele destacou as qualidades da gestão de Bruno Silva, o que, segundo ele, foi determinante para estar presente e levar benefícios concretos à cidade.

Saúde é prioridade, e precisamos cuidar da nossa gente. É desta forma que vamos avançando no Estado do Maranhão”, concluiu o deputado.










terça-feira, 3 de junho de 2025

MA: Agência do Bradesco em Coelho Neto-MA é Alvo de Indignação: Correntistas Sofrem com Falta de Atendimento e Dinheiro nos Caixas.


A população do município de Coelho Neto amanheceu, mais uma vez, frustrada e revoltada com o serviço prestado pela agência do Banco Bradesco, que na prática, foi reduzida a um mero posto de autoatendimento — e mesmo esse tem falhado sistematicamente.



Nesta terça-feira (3), a situação chegou ao limite: os caixas eletrônicos da agência estavam, em sua totalidade, fora de operação. Uns desligados, outros com falhas técnicas, e todos, sem exceção, sem qualquer quantia disponível para saque. O que deveria ser um serviço bancário mínimo transformou-se em um verdadeiro pesadelo para os correntistas.



A falta de dinheiro nos caixas eletrônicos, que tem sido recorrente, vem causando revolta generalizada entre os clientes. Servidores públicos, aposentados, pensionistas e, sobretudo, idosos da zona rural — que enfrentam longas distâncias até a sede do município — são os mais penalizados com o descaso. Muitos chegam à agência com dificuldades de locomoção, enfrentam filas e calor, para dar de cara com máquinas inoperantes e total ausência de atendimento humano eficiente.


O desrespeito se soma à negligência. É inadmissível que um banco da dimensão do Bradesco, com lucros bilionários, trate sua clientela com tamanho desprezo, em especial em municípios do interior, onde a dependência da única agência disponível é total. O sofrimento imposto a uma população já vulnerável é revoltante — e não há justificativa técnica ou operacional que amenize tal abandono.


Diante da situação, parte dos correntistas já começou a se mobilizar para acionar o PROCON e demais órgãos de defesa do consumidor. A medida visa responsabilizar a instituição financeira por sua conduta lesiva, além de exigir providências imediatas e efetivas. A população de Coelho Neto merece respeito, atendimento digno e acesso aos seus próprios recursos sem humilhação ou sofrimento.


O que ocorre na agência do Bradesco em Coelho Neto não é apenas uma falha operacional — é uma afronta aos direitos do consumidor e um retrato cruel do descaso institucional com o povo do interior. A comunidade clama por providências urgentes e por justiça. Não é favor: é obrigação. E o silêncio diante disso também será cúmplice.



domingo, 1 de junho de 2025

MA: Rompimento Emotivo e Isolado: Vereador Estefane da Internet Rompe com o Grupo do Prefeito Bruno Silva e Expõe Motivações em Vídeo nas Redes.


Em um vídeo publicado nas redes sociais, o vereador Estefane da Internet anunciou oficialmente seu rompimento com o grupo político liderado pelo prefeito Bruno Silva. 


Com um tom visivelmente emotivo, o parlamentar justificou sua decisão apontando a ausência de diálogo com o Executivo municipal e a falta de retorno às suas solicitações apresentadas na Câmara de Vereadores.


Segundo Estefane, a constante ausência de comunicação o teria forçado a buscar, por conta própria, soluções para problemas do município, especialmente voltadas à zona rural. Relatou que, sem apoio do governo local, se dirigiu diversas vezes à capital, São Luís, em busca de recursos para os agricultores. Disse também ter ido até o Ministério da Agricultura e Reforma Agrária, em Brasília, embora não tenha informado que tipo de projeto apresentou nem que benefícios efetivos conseguiu para o município.


A gota d’água, segundo ele, foi a decisão de procurar, por conta própria, os deputados Aluísio Santos (estadual) e Detinha (federal), a quem solicitou uma ambulância equipada com UTI. O anúncio da articulação política com esses parlamentares teria desagradado ao núcleo do governo municipal, o que, conforme seu relato, resultou na exoneração de pessoas ligadas a ele que ocupavam cargos na gestão.


A atitude, no entanto, revela mais do que insatisfação política — evidencia um gesto solitário e pouco calculado. Em um movimento que parece priorizar seu próprio projeto pessoal em detrimento dos compromissos coletivos, Estefane demonstra desconsiderar o peso de suas alianças e a importância da coesão dentro do grupo que o elegeu. Um político que se preza e que possui base precisa agir com estratégia, ouvindo seus apoiadores antes de romper pontes que, muitas vezes, são difíceis de reconstruir.


A reação imediata da base governista foi direta: o governo não privilegia nenhum vereador em particular, oferecendo tratamento igualitário a todos os membros da bancada. A quebra de confiança pode, assim, ter consequências profundas para a trajetória política de Estefane, que, ao agir de forma impulsiva e isolada, corre o risco de repetir erros de figuras do passado — como um ex-vereador que, ao abandonar seu grupo e compromissos, viu-se derrotado e politicamente apagado nas urnas.


A escolha de Estefane pode, portanto, configurar-se como um verdadeiro “tiro no pé”. O gesto, ainda que envolto em frustração legítima, soa precipitado e carece de articulação. Em política, rupturas emocionais costumam cobrar um alto preço, e o tempo revelará se essa decisão foi de coragem estratégica ou um tropeço com consequências duradouras.