quarta-feira, 7 de maio de 2025
terça-feira, 6 de maio de 2025
MA: Mais uma vez, Samuel Aragão tenta emplacar fake news — e acaba desmentido pela realidade em Coelho Neto.
No fim da tarde desta terça-feira (06), o vereador Samuel Aragão decidiu — mais uma vez — alimentar o caos com desinformação.
Em um vídeo gravado de dentro do próprio carro, enquanto viajava, ele afirmou ter sido informado de um suposto corte de energia no Shopping do Povo. O problema? A informação era falsa.
A própria Prefeitura tratou de esclarecer imediatamente: o que houve foi uma manutenção programada na rede elétrica, feita pela Equatorial, a pedido do governo municipal, justamente para evitar transtornos após o período chuvoso. Nada de corte, nada de irregularidade. Só zelo com a população e responsabilidade com o espaço público.
Enquanto isso, o vereador, em vez de fiscalizar de perto, como manda o papel da vereança, prefere circular pela cidade — ou fora dela — lançando vídeos no improviso, tentando surfar na onda da polêmica. A atuação do vereador já é motivo de críticas e de deboche por parte da população.
O que se vê, mais uma vez, é a tentativa frustrada de distorcer os fatos para atacar a gestão do prefeito Bruno Silva, que segue firme em ações concretas, enquanto o vereador insiste em fazer política com base no sensacionalismo.
Fica a pergunta: até quando Samuel Aragão vai preferir o palco das redes à seriedade do mandato? Não é à toa que está sendo chamado de Samuel Furtado. O porquê ele deve saber.
segunda-feira, 5 de maio de 2025
"Festa do Trabalhador" vira "Festa do Fracasso": vergonha pública marca evento do vereador Samuel Aragão.
Coelho Neto presenciou neste domingo (4) um espetáculo digno de nota – não pelo brilho, mas pelo fiasco retumbante da chamada "3ª edição da Festa do Trabalhador", evento que deveria celebrar os trabalhadores e terminou por humilhar o vereador Samuel Aragão, idealizador da empreitada.
A festa, realizada numa praça de esportes privada na Rua 13 de Maio, foi promovida como grande vitrine do projeto político dos Furtado, que mais parece uma tentativa escancarada de instaurar uma cleptocracia no município. O resultado? Um verdadeiro vexame, com direito a público minguado, programação esvaziada e uma banda que nem chegou a tirar o zabumba da capa.
A promessa era de finais de torneios esportivos com prêmio de dar inveja: módicos R$ 500, quantia tão empolgante quanto um feriado com chuva. Para encerrar com "chave de latão", a noite teria show da banda de forró Chibata Quente — que, ao que tudo indica, não topou tocar para as paredes. Com cerca de 30 pessoas (contando os jogadores e os vendedores de refrigerante), o público parecia mais reunião de condomínio do que festa popular.
Em desespero para preencher a praça e salvar o mínimo de aparência, o vereador passou a espalhar que a festa era patrocinada pelos pré-candidatos a deputado Erlânio e João Igor — duas figuras tão conhecidas do povo quanto um deputado da Estônia. A tática, contudo, surtiu tanto efeito quanto uma goteira em telhado velho: ninguém apareceu. Para justificar a não apresentação da banda, a desculpa foi rápida e conveniente: “equipamentos com defeito”. Nada mais simbólico para um evento que nasceu quebrado.
E o vexame foi tão grande que não apareceu uma única foto nas redes sociais, nem mesmo da suposta comissão organizadora. Nem drone, nem celular, nem filtro: o silêncio visual foi a maior confissão de fracasso. O que era pra ser palanque, virou cadafalso.
A situação escancara o desprezo da população de Coelho Neto pelo projeto político dos Furtado, hoje capenga, e conduzido de forma constrangedora por um vereador que já começa a ser rebatizado popularmente de Samuel Furtado. O apelido, aliás, pode ser o único legado deixado pela “festa”.
Se a intenção era marcar o nome na memória do povo, Samuel conseguiu. Mas talvez não da forma como imaginava.
MA: Cláudio Furtado cai do cavalo — e não foi força de expressão.
Parece que o ex-vereador Cláudio Furtado, conhecido mais pelas tentativas do que pelos feitos, resolveu dar uma de herói do campo — montado não em um cavalo branco, mas num pangaré cansado de guerra — ao tentar se promover politicamente com a causa dos criadores de gado de Coelho Neto. Armado de discursos inflamados e uma confiança que só ele entendia, Furtado apareceu exigindo que o prefeito Bruno Silva "entregasse" terras aos criadores, como se o município fosse dono da propriedade particular em questão.
Entre acenos populistas e acusações infundadas de apropriação indevida, Furtado esperava, quem sabe, sair dessa história como o novo messias rural. Só faltou combinar com a realidade.
O que ele não esperava — e muito menos soube lidar — foi o golpe de mestre do prefeito Bruno Silva: a desapropriação amigável de mil hectares com o próprio Grupo João Santos, garantindo a distribuição das terras aos criadores sem bravatas, sem escândalos, sem pangaré. Um verdadeiro xeque-mate político e administrativo.
Diante disso, o que fez o ex-vereador? Voltou para reconhecer o feito? Deu os parabéns ao prefeito? Claro que não. Optou por uma saída estratégica: desapareceu. Sumiu. Escafedeu-se como quem nunca passou por ali — ou como quem caiu do cavalo e decidiu fingir que foi só um tropeço.
Resta agora saber se ele volta, e em qual montaria, nas próximas eleições. Porque, convenhamos, se depender de coerência ou vergonha na cara, melhor deixar o pangaré pastando mesmo.
sexta-feira, 2 de maio de 2025
MA: 1º de Maio em Duque Bacelar: o show de horror (e vergonha alheia) patrocinado por Flávio Furtado
Ah, o Dia do Trabalhador... data em que se celebra o suor, a dignidade e o valor do povo! Mas em Duque Bacelar, graças ao prefeito Flávio Furtado, a comemoração virou palco de um espetáculo lamentável — com direito a vexame público, humilhação e uma pitada generosa de autoritarismo de botequim.
No centro da cena, o grande protagonista: o próprio prefeito, sempre tão habilidoso em transformar qualquer momento cívico em um circo de constrangimento. Durante o evento, enquanto posava ao lado do blogueiro Antenor Vieira (só faltou a moldura dourada), Flávio teve um surto de estrelismo e decidiu que era hora de "limpar sua cozinha". A vítima? Um cidadão com necessidades especiais e o já conhecido George, o blogueiro “eventual”, aquele mesmo que o prefeito — num acesso de sabedoria — já mandou plantar uma roça, pois, segundo Sua Excelência, ele “não serve pra ser blogueiro”. Que homem de visão!
A tentativa patética de afastar os dois do cenário — como se fossem um erro de figurino em sua peça narcisista — diz muito mais sobre o prefeito do que sobre os alvos do seu desprezo. Ao tentar "descolar sua imagem" deles, Flávio não conseguiu outra coisa senão escancarar sua pequenez política e humana. Afinal, que líder se sente ameaçado por um eleitor com deficiência e um blogueiro de ocasião? Só alguém muito inseguro… ou muito arrogante… ou ambos.
O gesto, além de cruel, foi simbólico: desprezar quem representa os mais vulneráveis é o mesmo que cuspir na cara dos próprios eleitores. Se a intenção era desmoralizar os outros, o tiro saiu pela culatra — porque quem se desmoralizou foi o próprio prefeito. Aliás, bem feito!
Duque Bacelar viu, riu (ou chorou) e anotou. Porque certas atitudes dizem mais que mil discursos de palanque.
quinta-feira, 1 de maio de 2025
MA: Provável Fechamento da Única Agência do Bradesco em Duque Bacelar Preocupa População — Vereadores Adotam Caminho Questionável.